EM NOME DO AMOR

jornal virtual
Leandro & Leonardo
LEONARDO

nº 133 – 15 julho 2011
redação e produção: Vera Marchisiello
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vmllena@terra.com.br






Falar de nosso cantor preferido é falar de luta de fã na busca por algum novo show, é lembrar das inúmeras viagens até cidades desconhecidas para vê-lo, é rever aquela foto que registrou o primeiro e muitas vezes único encontro num camarim, aeroporto ou até mesmo no hotel onde ele se hospedou. É folhear com carinho as incontáveis matérias de revistas e jornais arquivadas em pastas, bem arrumadinhas ou nem tanto, dependendo da capacidade de organização de cada um. É relembrar quantos compromissos foram deixados de lado para poder vê-lo bem de pertinho, mesmo que através de uma tela, quando maior melhor, de um monitor de televisão. Também é falar da ansiedade quase insuportável dos dias que antecedem o lançamento de mais um CD ou DVD, da alegria do momento da compra e, mais ainda, de ouvir e/ou ver tudo seguidas vezes.
Falar de é falar de um artista que sabe como talvez nenhum outro fazer o fã se sentir pertinho dele mesmo que misturado na multidão que lota os espaços onde se apresenta. Puro carisma completado por uma grande compreensão, que envolve sensibilidade, dos anseios dos fãs. No camarim, Leo é de uma simplicidade indescritível e parece ver em cada fã um amigo, como se o artista tivesse ficado no palco e ali estivesse somente um cidadão comum, amigo de seus fãs, que algumas vezes ou quase sempre acaba tendo que ceder à pressa determinada pelos produtores e assessores, mas que parece querer dizer a cada um que gostaria de ficar ali “jogando conversa fora”, com seu jeito goiano do interior dizendo “ó moço, desce aí um pé de frango”.

Desde o primeiro momento em que o vi num camarim me senti recebida como amiga e o passar do tempo foi reforçando e justificando essa primeira impressão.

De um cantor e hoje amigo mais que especial é natural que eu queira ter tudo, e a cada dia só vejo crescer o que hoje já é possível considerar um bom acervo sobre sua carreira.


Certa vez, ouvi Leonardo dizer, num programa de rádio, que prefere tirar foto ao lado de fãs a dar autógrafo, por já ter visto autógrafos largados por aí. Se ele disse, sou obrigada a acreditar, mas não consigo entender, por mais que me esforce. Só tenho cinco, gostaria de ter muitos mais, e se Leo pensa que cada um é apenas mais um autógrafo está enganado.Para mim, cada um é único e me traz a lembrança de um momento especial.
Muitas vezes me pego pensando se é possível ser fã sem procurar ter tudo ou pelo menos quase tudo de Leonardo e de sua dupla com Leandro. Admito o limite da condição financeira de cada um, mas estranho quando vejo pessoas que se dizem super fãs e que vivem viajando atrás de Leonardo mas não têm nem mesmo todos os seus CDs de carreira. Chego à conclusão que devo ser a doida dessa história! (risos) Porque não tenho somente todos os CDs da dupla Leandro & Leonardo e todos os CDS e DVDs do Leo de 1999 para cá. Tenho também os 3 CDs em espanhol, todos os projetos extras e os 42 CDs de participação em discos de outros artistas. A ansiedade cresce sempre que sigo aguardando as novas participações de Leonardo, como agora em dois novos lançamentos de artistas contratados do escritório Talismã, Di Paullo & Paulino (o novo CD inclui a música “O ladrão”) e Rick Sollo (o primeiro CD de sua carreira como cantor solo vem com “Muda pra Goiás”). Como explicar?

Só posso colocar a “culpa” no próprio Leonardo, que tanto de bom nos oferece em tudo que faz. Dos CDs, desde a fase da dupla Leandro & Leonardo até hoje, não encontro um só que traga alguma música que eu possa dizer que não gosto. Ao contrário, há inúmeras músicas que lamento muito nunca terem sido incluídas nos shows. Das participações, por mais que eu não seja nada eclética em relação a gosto musical, ainda assim curti 99,9 por cento dessas visitas a discos de outros cantores.

Dos DVDs insisto na crítica por não serem lançados toda vez que há mudança de show. Eles são a forma de termos Leonardo não tão distante cada vez que ele “desaparece” por esse Brasilzão afora, de cidade em cidade ou em longas temporadas regionais. Neste ano, que já passa da metade, só houve um show no Estado do Rio, onde resido, mas infelizmente não foi divulgado com antecedência e sendo assim não tive como escapar de um compromisso de trabalho agendado anteriormente para poder estar nessa cidade distante daqui pouco mais de 3 horas apenas. O que seria de mim não fosse o consolo dos DVDs de alguns de seus shows?


As pastas de arquivo que em 1991 começaram a receber matérias de revistas e jornais sobre a dupla que começava a tomar conta do meu coração foram mais tarde substituídas por lindos fichários, todos com Leonardo na capa, um lançamento oficial com renda para a Casa de Apoio São Luiz.
Hoje tenho mais de 20 abarrotados de matérias e alguns em tempo de espera. O sucesso desses fichários entre os fãs é por eles serem a melhor forma de se ter essas matérias bem conservadas e em ordem cronológica para fácil acesso. Aos poucos vou publicando as principais no site E m   N o m e   d o   A m o r . Se quando comecei a colecionar de forma organizada todas essas matérias eu jamais poderia imaginar que um dia elas teriam um uso que chegaria ao mundo via internet, o fato é que hoje me sinto muito feliz cada vez que vejo o quanto elas têm levado aos interessados um maior conhecimento sobre tantos e tantos fatos e histórias da carreira e vida de Leandro e de Leonardo.

Das mais de quatro mil fotografias impressas que cataloguei em álbuns, 3 são recentes e não são exatamente do Leonardo ou da dupla com Leandro, mas são muito especiais:
Na versão goiana deste ano, comemorando sua 15ª edição,
a mostra pôde ser visitada em Goiânia entre 13 de maio e 21 de junho.
Seus 45 ambientes foram projetados por 60 renomados arquitetos, decoradores, designers e paisagistas de Goiás.
Ambientes lindos resultaram da criatividade de profissionais de sensibilidade acentuada.
Um deles mereceu destaque especial,
exatamente o que dava boas vindas ao visitante de todo aquele mundo de beleza, estilo e criação de tendências.
As fotos de Ricardo Lima mostram o inspiradíssimo projeto de Meire Santos para o hall de entrada,
ambiente escolhido para homenagear o mais importante cantor goiano:
Um palco para Leonardo
foi o tema desenvolvido que o emocionou.
“O cara ser homenageado é sempre bom, principalmente em vida. Eu fico muito feliz e quero agradecer a toda a equipe da Casa Cor.”
A homenagem da Casa Cor Goiás a Leonardo foi merecida por ser ele o artista que desde o início da carreira com seu irmão Leandro fez o mundo conhecer melhor seu estado natal. Converso com fãs estrangeiros de diversos países e vejo que hoje, para eles, o Brasil não é somente Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa de Copacabana e do Cristo Redentor. Eles falam, perguntam e querem conhecer mais sobre Goiás e também sobre o trabalho filantrópico da Família Costa. Percebo que também a Casa de Apoio São Luiz começa a ser vista como um símbolo desse grande estado do nosso planalto central.

Não bastasse o amor de fã pelo artista, o que já justificaria minha dedicação ao site E m   N o m e   d o   A m o r, tudo que Leonardo tem feito e seu jeito de ser só fazem aumentar a minha (e tenho certeza que de todos os fãs) vontade de encontrar como homenageá-lo em seu aniversário.

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